
Pra quem não conhece, o jQuery é uma biblioteca Javascript que permite maior funcionalidade e permite que seu código seja escrito de maneira mais simples e fácil de ler. Com ele é possível fazer animações, usar AJAX, ou implementar diversos tipos de funções.
De tão versátil que é, ele permite a criação e uso de plugins. Seu código é crossbrowser, ou seja, você não precisa se preocupar se o seu código deixará de funcionar ou não em um determinado navegador. Diferentemente de outros frameworks (prototype, scriptaculous), ele possui um desempenho respeitável, sendo que da versão 1.2.6 para a 1.3 performance aumentou cerca de 40%.
Além do suporte a plugins, o jQuery implementou também uma interface, chamado de jQuery UI. Você pode criar seus próprios temas online no jQuery UI.
Nos próximos posts, iremos fazer uma breve explanação sobre seletores, plugins e a utlização da user interface.
Antes de mais nada, é necessário saber, o que você precisa, se precisa estar constantemente atualizado, ou apenas um conteúdo estático e institucional. Sites com conteúdos dinâmicos, comumente agregam mais visitas ao site e conversão de metas. Em contrapartida, não é porque o site vai ser institucional que ele deve ser carregado e pesado.
A Web 2.0 exije sites mais limpos e com alta usabilidade, por exemplo, um site todo em Flash por mais que seja bonito, dificilmente será mais funcional que um em HTML.
Afinal, qual o problema com Flash?
Sites em Flash não têm seu conteúdo indexado por mecanismos de buscas como o Google e o Yahoo!. O Flash é um formato que não possui marcações como o HTML, por isso a sua dificuldade na indexação.
Eu quero estar bem posicionado.
Para isso, usamos os conceitos de SEO (Site Engine Optimization). Isso permite que o seu conteúdo seja “lido” pelo Google e outros sites.
Como posso fazer isso?
É necessário preocupar-se com o conteúdo e a diagramação do seu site. Caso seu site for dinâmico, somente HTML não resolverá seus problemas. Liguagens como PHP e ASP podem ser muito úteis, porém a vantagem do PHP sobre o ASP é que nele é possível trabalhar com o que chamamos de URLs amigáveis, dessa forma elas ficam mais claras aos ‘olhos’ dos buscadores.
Por exemplo, se você tem uma empresa de som automotivo e quer falar sobre um produto específico, com PHP a página que o mostrará poderá ficar parecida com isso:
http://www.minhaempresa.com.br/som-automotivo-pioneer
Em ASP ficaria assim:
http://www.minhaempresa.com.br/produto.asp?id=14
Assim, quando alguém buscar no Google por som automotivo ou som pioneer ficará mais fácil de encontrar o seu site.
Por hoje ficaremos por aqui, e até mais. Caso tenham mais dúvidas, sintam-se à vontade para escrevê-las nos comentários.